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RPGEDUC

O projeto RPGEDUC propõe uma abordagem sociointeracionista pedagógica do RPG, promovendo a acessibilidade, a criatividade e o aprendizado por meio da narrativa interativa e do trabalho coletivo, além do desenvolvimento de competências cognitivas, sociais e comunicativas em contextos educacionais.

Uma imagem 3D vibrante de um monitor de computador que exibe um jogo de RPG de mesa (tabletop RPG). Na tela, há um cenário de deserto com cactos e uma grande formação rochosa no centro, onde um grupo de sete personagens, vestidos em trajes de caubói, está reunido. A interface do jogo inclui mapas no canto superior direito e inferior esquerdo, além de informações de saúde e experiência de um dos jogadores no canto superior esquerdo. Objetos 3D flutuam ao redor da tela: um grande dado roxo de 20 faces no topo e quatro cartas roxas, duas em cada lado. As cartas parecem pertencer ao jogo.

O RPG Educacional (RPGEDUC) é ambiente informacional educacional acessível, fundamentado nos princípios do RPG (Role-Playing Game) de mesa.

RPG é um jogo colaborativo de interpretação de personagens, no qual histórias são criadas e narradas por um Mestre, que conduz o enredo da aventura. Os demais participantes assumem o papel de personagens fictícios e interagem com o mundo narrativo por meio de decisões, ações e diálogos.

Por sua vez, por possuir elementos estruturais típicos do RPG de mesa, o RPGEDUC possui jogadores jogáveis e não jogáveis (do inglês, Non-Playable Characte), sistema de rolagem de dados, imagens com funções ilustrativas, além de um ambiente de texto destinado a condução da narrativa (a história do jogo) e um espaço interativo destinado a comunicação entre os jogadores participantes.

Acessibilidade e Inclusão

Nosso projeto foca na criação de um ambiente educacional acessível para todos, incluindo estudantes cegos, utilizando interfaces textuais e descritivas.

Aprendizado Interativo

Promovemos o aprendizado ativo e colaborativo através da narrativa interativa, desenvolvendo competências cognitivas e sociais.

Objetivos

Este projeto é fruto da tese de doutorado de Cayo Santana, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Difusão do Conhecimento (PPGDC) (http://difusao.dmmdc.ufba.br/pt-br (abre em nova aba)), uma iniciativa em rede que reúne o Instituto Federal da Bahia (IFBA), a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e o SENAI-CIMATEC.

O objetivo geral da tese é elaborar um design cognitivo de um jogo de RPG acessível para estudantes cegos das escolas públicas de Salvador (BA).

Entre os objetivos secundários da pesquisa, destaca-se a necessidade de desenvolver um suporte tecnológico que viabilize a aplicação do jogo RPG “Maria Felipa”. Foi nesse contexto que surgiu o RPG Educacional (RPGEDUC) — um ambiente informacional educacional acessível sociointeracionista para RPG.

O RPGEDUC é uma evolução de ambiente anterior, o RPGAD, utilizado pelo grupo de pesquisa Sociedade em Rede, resultado de aprimoramentos contínuos promovidos por diversas investigações acadêmicas.

Inspirado nos RPG de mesa, o RPGEDUC adota uma interface textual, sem o uso de elementos gráficos bidimensionais ou tridimensionais, nem efeitos sonoros. A interface foi (re)pensada/(re)modelada para ser plenamente acessível, utilizando somente texto e imagens descritivas, respeitando as necessidades de estudantes cegos.

Além disso, o sistema possui suporte em rede, permitindo o acesso remoto via internet, o que garante interconectividade e flexibilidade — características essenciais para o contexto da sociedade em rede em que vivemos.

 

Metodologia

A metodologia adotada no desenvolvimento do RPGEDUC foi a Design-Based Research (DBR), também conhecida como pesquisa de desenvolvimento ou pesquisa-aplicada, articulada aos princípios da computação aplicada à educação.

A DBR é uma abordagem metodológica voltada à inovação de práticas educacionais, baseada na prototipagem, testagem e refinamento contínuo de soluções práticas para problemas da sociedade. No caso do RPGEDUC, essa abordagem permitiu o desenvolvimento iterativo do ambiente acessível, integrando fundamentos pedagógicos sociointeracionistas, demandas da acessibilidade para pessoas cegas e princípios de design computacional por meio do design cognitivo.

Cayo Pablo

Doutorando

Alfredo Matta

Orientador

Francisca paula

Co-orientadora

Equipe

Jogos de RPG

Descrição dos Jogos Desenvolvidos

Exploramos a criação de jogos de RPG inovadores que combinam elementos de narrativa imersiva com objetivos educacionais, promovendo engajamento e aprendizado.

RPG “Maria Felipa”

Campanha: “Insurgentes da Liberdade”

O RPG Maria Felipa é um jogo pedagógico desenvolvido com base nos princípios sociointeracionistas e nas práticas inclusivas voltadas ao ensino de pessoas cegas. Seu objetivo é proporcionar uma experiência imersiva, crítica e acessível sobre eventos históricos importantes para a independência do Brasil na Bahia.

Quem foi Maria Felipa?

[Descrição da imagem de Joyce]

Maria Felipa de Oliveira foi uma mulher negra, pobre, marisqueira e ganhadeira, que desempenhou um papel fundamental na luta pela independência do Brasil na Bahia. Ela liderou um grupo de insurgentes itaparicanos, composto majoritariamente por mulheres negras, ex-escravizados e indígenas, que resistiram ativamente à ocupação portuguesa durante as batalhas ocorridas na Ilha de Itaparica, entre 1822 e 1823 no período da guerra pela independência do Brasil na Bahia.

Objetivos do RPG “Maria Felipa”

  • Compreender a importância da Ilha de Itaparica na luta pela independência do Brasil na Bahia.
  • Explorar a dinâmica sociocultural baiana do século XIX.
  • Simular, por meio do RPG, as tensões sociais e conflitos populares vivenciados pelos insurgentes.

O Enredo: “Insurgentes da Liberdade”

O enredo é o fio narrativo central do jogo, conduzido pelo Mestre e vivenciado pelos jogadores.

A campanha “Insurgentes da Liberdade” foi cuidadosamente modelada para abordar:

  • A segregação social vivida pelos insurgentes itaparicanos.
  • As tensões de classe, raça e gênero no contexto da Bahia oitocentista.
  • As diferentes leituras de mundo e formas de resistência popular.
  • A mediação de conflitos históricos através da interpretação e da dramatização.

O enredo se passa na Bahia do século XIX, com foco nos seguintes episódios históricos:

  • 10 de julho de 1822 – Primeiro ataque à Ilha de Itaparica.
  • Batalha do Funil – Um dos principais confrontos entre brasileiros e tropas portuguesas.
  • 7 de janeiro de 1823 – Data simbólica para o desfecho da resistência na ilha.

Maria Felipa

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jogo de exemplo

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Depoimentos

O que os alunos dizem

Publicações

Artigos publicados e trabalhos apresentados em eventos

  • SIANCO: Título do artigo, autores, ano, link.
  • CIAED: Título do trabalho, autores, ano, link.
  • ETBCS: Título do trabalho, autores, ano, link.
  • EDeR: Título do trabalho, autores, ano, link.
  • Artigo (Alfredo, Paula e Boaventura): Título do artigo sobre DBR, link.
  • Artigo (Alfredo, Paula e Luciana): Título do artigo sobre Design Cognitivo, link.
  • (Este é um placeholder. Por favor, forneça os títulos completos, autores, anos e URLs para maior detalhe e acessibilidade.)

Capítulos ou livros relacionados

Artigos publicados e trabalhos apresentados em eventos

  • ERBASE: Título do livro/capítulo, autores, ano, link.
  • Cabalero et al 2012: RPG by Moodle, link.
  • Alfredo: Título do livro/capítulo sobre DBR, link.
  • (Este é um placeholder. Por favor, forneça os títulos completos, autores, anos e URLs para maior detalhe e acessibilidade.)

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